segunda-feira, 9 de maio de 2011

“Somos predestinados a perder as pessoas que amamos.”   

Eu fico tão em dúvida desse seu sentimento. Um dia é de um jeito, outro dia é de outro jeito. Esse amor inconstante não me faz bem, eu também não quero que você saiba disso. A inconstância pode piorar ainda mais. Lembro quando nos conhecemos, você era mais dócil, eu também. Talvez seja a aproximação que nos fez perder um pouco do medo de magoar a outra. Talvez por saber que eu sempre volto atrás, vou correndo atrás de ti. Queria que fossemos um pouco mais distante então, que voltasse aquele tempo, onde uma se preocupava tanto em dar amor e amizade para a outra, que não perdia tempo com besteiras. Você podia voltar a ser aquela estranha, mas ao mesmo tempo não. Estou tão confusa, queria te ter aqui perto, mas ao mesmo tempo admirar-te de longe. Pequena dançarina, de longe baila, da uma volta no salão, e vem em encontrar. Dança a nossa antiga música e feliz me faz ficar.
Você vive dizendo que é melhor nos afastar, esquecer um ao outro mas de que adianta se todo dia nos pegamos brincando, rindo e correndo, se você me abraça e me beija, me provoca e me elogia, se você me olha e sorri, aquele sorriso no caso. De que adianta se a cada música, frase e lugar que passo me lembra você se a todo minuto é você que esta em meus pensamentos. Bom, ja tantas tentativas e todas falharam o modo não importa como mas eu não vivo mais longe de você, eu realmente amo brincar contigo e rir a toa mas quando volto a realidade me desabo em lágrimas, de saudade, e vontade de estar contigo de saber que não é mais tão meu quanto uma vez, mas você sempre será meu menino e eu serei sempre a sua pequena.


Soltei o mundo, pra segurar a sua mão. (Caio Fernando Abreu)

Você ainda vai encontrar alguém capaz de ter medo de te perder. Alguém que não te trocaria, por nada neste mundo.

“Seremos sempre lembrados por nossas falhas, mas nunca pela nossa capacidade.”
                    Willy Wonka



“Você sempre viveu sem ele, e continuará vivendo. Me poupe do drama.”
Caio Fernando Abreu